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Coronavírus

Conselhos para um regresso às aulas saudável

Especialistas avisam que alunos não devem focar a atenção apenas na pandemia, para não prejudicar o rendimento escolar.

15 Setembro, 2020 - 14:03

Eduarda Pires
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Neste regresso às aulas, o foco tem estado na pandemia, mas os alunos devem esforçar-se por concentrar atenções na razão do regresso às aulas: a aprendizagem. É o conselho de Sofia Ramalho, psicóloga especialista em educação.

Os alunos desenvolvem muito facilmente comportamentos em favor da saúde e, portanto, muito facilmente eles são capazes de cumprir com as medidas sanitárias. E, portanto, devem apenas focar-se em cumpri-las e, depois, ficar disponíveis para aquilo que vai ser o dia a dia deles na escola, sem dramatizar as diferentes ocorrências. E estando também eles preparados para, sempre que sentirem alguma preocupação, alguma necessidade, poderem comunicar sobre o assunto com o seu professor, com adultos da escola ou em casa com a família, para que rapidamente se consigam estabilizar e adaptar à nova situação.”

A especialista em educação e intervenção psicológica com crianças e jovens acredita que é possível cumprir as regras, sem beliscar a proximidade entre colegas, essencial à saúde mental dos mais novos.

“Estes cuidados sanitários não deverão por em causa aquilo que é o brincar, o interagir lúdico e pedagógico entre crianças ou entre jovens, o comunicar e o estar presencialmente com. Temos de perceber que estas regras já existiam antes do regresso à escola, portanto, já eram vivências que as crianças, jovens, famílias, os adultos, enfim, todos estavam a experienciar e que tem, de facto, algum tipo de impacto que obviamente podemos tentar minorar.”

Para os pais, o conselho de Sofia Ramalho é simples: confiar nas medidas adotadas e agir com normalidade e sem histeria, para que a ansiedade não passe para os filhos.

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