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Coronavírus

Farmacêutica brasileira produz primeiro lote da Sputnik V

Anúncio foi feito pelo Fundo Russo de Investimento Direto (FIDR).

21 Maio, 2021 - 13:51

Record TV com Lusa

“Depois de passar pelo procedimento de controlo de qualidade do Centro Gamaleya, a vacina produzida pela União Química será exportada para outros países da América Latina no combate à covid-19”, lê-se no comunicado do fundo soberano russo.

O FIDR transferiu para a União Química a tecnologia necessária para o início da produção, além de documentação científica e biomateriais.

No início de janeiro, o presidente da farmacêutica brasileira, Fernando de Castro Marques, viajou para a Rússia para visitar os centros de produção do Sputnik V.

Depois disso ambas as partes concordaram em fornecer neste ano 150 milhões de doses da Sputnik V aos países latino-americanos.

No final de abril, os criadores da vacina Sputnik V criticaram a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o órgão regulador e de vigilância sanitária do Brasil, de proibir a importação da mesma vacina russa que tinha sido fabricada fora do país.

Os fabricantes do imunizante rejeitaram críticas feitas pela Anvisa sobre falta de documentação e problemas nas informações enviadas e acusaram os Estados Unidos de pressionar as autoridades brasileiras a desistir da Sputnik V.

O uso do imunizante russo fabricado no país ou de lotes importados ainda não foi autorizado pela Anvisa.

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