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Coronavírus

Lisboa, Braga, Odemira e Vale de Cambra não avançam no desconfinamento

Conselho de Ministros esteve reunido hoje para avaliar a situação epidemiológica do país. Teletrabalho permanece obrigatório nestes quatro concelhos.

9 Junho, 2021 - 14:44

Daniela Carrilho

Mariana Vieira da Silva começou por anunciar que a situação de calamidade em Portugal continental foi prolongada até 27 de junho.

A maioria do território nacional está com a situação epidemiológica controlada, contudo, como já tinha sido avançado, os concelhos de Lisboa e Braga não avançam no nível de desconfinamento. Mas não são os únicos. Odemira e Vale de Cambra também não seguem no plano.

“Temos quatro concelhos que estão num nível que não lhes permite evoluir, nomeadamente, Braga, Lisboa, Odemira e Vale de Cambra”, afirmou Mariana Vieira da Silva, acrescentando que “vão permanecer com um conjunto de regras semelhantes às que vigoram, desde 1 de maio, para todo o país”.

Nenhum concelho vai recuar no desconfinamento, uma vez que “não há nenhum concelho com mais duas vezes de 240 casos por 100 mil habitantes, quanto aos concelhos de alta densidade, ou mais de duas vezes de 480 casos por 100 mil habitantes nos concelhos de baixa densidade”.

No entanto, há 10 que se encontram em alerta. São eles: Albufeira, Alcanena, Arruda dos Vinhos, Cascais, Loulé, Paredes de Coura, Santarém, Sertã, Sesimbra e Sintra.

À exceção dos quatro concelhos que não vão avançar, as regras para todos os restantes concelhos são:

  • Restauração e eventos culturais passar a funcionar até à 1:00, com admissão até à meia-noite;
  • Atividades de comércio a retalho vão começar a funcionar de acordo com o seu horário;
  • Serviços públicos desconcentrados passam a poder ser acedidos sem marcação prévia;
  • Eventos de natureza familiar – como casamentos e batizados – estão limitados a uma lotação máxima de 50%;
  • Modalidades amadoras passam a poder ter público, com lugares marcados e lotação máxima de 33%;
  • Empresas com mais de 150 trabalhadores “num mesmo posto de trabalho” passam a ser obrigados a testar;
  • Testes passam a ser obrigatórios para aceder a eventos com “um certo número de convidados”, que será, entretanto, definido pela Direção-Geral da Saúde;
  • Táxis e TVDE vão poder transportar pessoas no banco de trás sem limitações, mas o banco da frente continua a não poder ser utilizado.

No que diz respeito ao teletrabalho, deixa de ser obrigatório a partir de segunda-feira, dia 14 de junho, passando apenas a ser recomendado nas atividades que o permitam, exceto para indivíduos imunodeprimidos e para os quatro concelhos que não avançam no desconfinamento.

“Relativamente ao teletrabalho, ele tem por referência o local da empresa. É a empresa que por estar num concelho onde  incidência ainda é elevada deve manter os seus trabalhadores em teletrabalho”, disse ainda Mariana Vieira da Silva, salientando que pode voltar a ser obrigatório caso a taxa de incidência de casos de infeção aumente para além dos limites definidos pelo Governo.

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