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Coronavírus

Mais de 667 mil mortos em todo o mundo

Pandemia já infetou mais de 17.053.650 desde dezembro.

30 Julho, 2020 - 14:37

Record TV com Lusa

De acordo com os dados da AFP, que se reportam às 11:00 de hoje, há apelo menos 9.759.200 pessoas consideradas curadas.

O balanço indica ainda que, na quarta-feira, foram registadas 6.687 mortes e 285.318 novos casos no mundo. Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus últimos balanços foram o Brasil, com 1.595 óbitos, os Estados Unidos (1.267) e a Índia (775).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em mortes como em casos, com 150.716 óbitos em 4.427.493 casos registados, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 1.389.425 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 90.134 mortes em 2.552.265 casos, o Reino Unido, com 45.961 mortes (301.455 casos), o México, com 45.361 mortes (408.449 casos), e a Itália, com 35.129 mortes (246.776 casos).

Entre os países mais duramente atingidos, a Bélgica é aquele que tem o maior número de óbitos em relação à sua população, com 85 mortes por 100.000 habitantes, seguida pelo Reino Unido (68), Espanha (61), Itália (58) e Perú (57).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabiliza oficialmente um total de 84.165 casos, (105 novos casos nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortes e 78.957 recuperados.

A Europa totalizava, às 11:00 de hoje, 209.358 mortes para 3.135.632 casos, a América Latina e Caraíbas 191.827 mortes (4.632.894 casos), os Estados Unidos e Canadá 159.664 óbitos (4.542.739 casos), a Ásia 60.775 mortes (2.697.189 casos), o Médio Oriente 26.666 óbitos (1.134.152 casos), África 18.851 mortes (893.051 casos) e a Oceânia 220 mortes para 17.994 casos do novo coronavírus.

Esta avaliação foi realizada utilizando dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A AFP sublinha que o número de infeções registadas reflete apenas uma parcela do número real de casos, uma vez que muitos países não têm recursos suficientes para rastrear o SARS-CoV-2 em larga escala.

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