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Coronavírus

Afluência às urgências hospitalares volta aos níveis pré-pandemia

Com a chegada do inverno, os profissionais de saúde temem uma sobrecarga dos serviços nos próximos meses.

11 Outubro, 2021 - 16:47

Catarina Caseirito

41% das idas às urgências no mês de setembro corresponderam a doentes não urgentes ou pouco urgentes, as chamadas pulseiras azuis e verdes.

Os dados são avançados pelo Jornal de Notícias e referem-se a hospitais por todo o país. Revelam que houve um aumento face ao mesmo mês de 2019, onde a afluência deste tipo de casos foi de 37%.

São mais 6.100 episódios por dia que deveriam ter resposta nos cuidados primários.

A procura pelas urgências hospitalares voltou aos níveis pré-pandemia e ainda com agravantes: há mais infeções respiratórias não covid, muitos doentes crónicos a descompensar e os espaços físicos não têm capacidade para acolher tantos doentes com o distanciamento que é suposto ter.

A dificuldade dos centros de saúde, por terem acumulado a resposta à pandemia com a vacinação e ainda a assistência aos doentes, continua a ser a principal causa do aumento das visitas às urgências. Mas também poderá justificar-se com o hábito já recorrente dos portugueses em recorrerem às urgências em qualquer situação.

Profissionais de saúde de todo o país pedem regras claras para organizar o acesso aos cuidados.

Com a chegada do inverno, temem uma enorme sobrecarga nas urgências nos próximos meses.

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