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Ataque terrorista na Nova Zelândia faz 49 mortos

Há ainda mais de 20 pessoas feridas no ataque a duas mesquitas no país, que a primeira-ministra, Jacinda Arden, classificou como um ataque terrorista.

15 Março, 2019 - 09:27

Record TV com Lusa
Reuters

Segundo a polícia, o número de vítimas dos ataques às mesquitas de Chirstchurch aumentou para 49 depois do primeiro balanço que apontava para a morte de 40 pessoas.

Os ataques tiveram início às 13:40 (00:40 em Lisboa), aconteceram nas mesquitas de Al Noor, em Hagley Park, e de Linwood Masjid.

Em conferência de imprensa, o comissário Mike Bush acrescentou que “um homem foi acusado de homicídio” e vai ser presente a tribunal pelos ataques contra as mesquitas, situadas no centro da cidade de Christchurch.

O comissário de polícia da Nova Zelândia, Mike Bush, anunciou anteriormente que as autoridades desativaram uma série de engenhos explosivos improvisados encontrados num veículo após os disparos numa das mesquitas.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

Um homem que se identificou como Brenton Tarrant, de 28 anos e nascido na Austrália, reivindicou a responsabilidade pelos disparos e transmitiu o momento do ataque em direto na Internet.

Brenton Tarrant deixou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, no qual procurou justificar as ações.

Diz ser “um simples homem branco, de uma família de parcos recursos que decidiu tomar posição para garantir um futuro para a minha gente”.

O atacante refere ainda que quer reduzir diretamente o rácio de imigrantes para os países europeus [porque] quero mostrar ao invasores que as nossas terras nunca serão as terras deles”.

A primeira-ministra neozelandesa Jacinda Ardern afirmou que é este “um dos dias mais negros da Nova Zelândia”.

“Um ato de violência sem precedentes que não tem lugar na Nova Zelândia. Esta é a sua casa. Elas são nós. A pessoa que perpetuou essa violência contra nós não é”, concluiu.

 

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