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Começa hoje julgamento de madrasta de Gabriel Cruz

Menino, que esteve 12 dias desaparecido, foi asfixiado pela namorada do pai, em Almería.

9 Setembro, 2019 - 12:14

Virginia Galván

Ana Julia Quezada começa hoje a ser julgada pelo Tribunal Provincial de Almería, pelo homicídio que chocou Espanha, no ano passado.

A mulher está acusada de matar Gabriel Cruz, o enteado de oito anos, que esteve 12 dias desaparecido.

A 27 de fevereiro, o menino saiu de casa em Níjar, Almería, para ir brincar com os primos e desapareceu sem deixar rasto.

Doze dias depois, foi encontrado morto no carro da namorada do pai, quando esta tentava mudar o corpo de local.

Segundo a autópsia, Gabriel morreu asfixiado por estrangulamento, no dia em que desapareceu.

O julgamento de Ana Julia Quezada, que envolve um tribunal de júri, começou hoje, sob forte aparato policial.

A mulher de 48 anos confessou ter asfixiado o menino, podendo tornar-se na primeira mulher a ser condenada a uma pena de prisão perpétua com possibilidade de ser revista ao fim de 25 anos.

O homicídio de Gabriel levantou suspeitas sobre a morte de uma criança de quatro anos, a filha adotiva do ex-marido de Ana Julia, que há 22 anos caiu de uma janela, em Burgos, alegadamente durante um ataque de sonambulismo.

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