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Deputados abandonam Partido Trabalhista

by 18 Fevereiro, 2019 - 13:54

Sete deputados renunciaram ao partido, em protesto contra a abordagem de Jeremy Corbyn ao Brexit e antissemitismo.

by 18 Fevereiro, 2019 - 13:54

Diana Rosa Rodrigues
REUTERS/Simon Dawson

Os deputados falaram um por um para explicarem os motivos das suas saídas. Chuka Umunna, Luciana Berger, Chris Leslie, Angela Smith, Mike Gapes, Gavin Shuker e Ann Coffey mostram-se desapontados com a liderança, não se sentindo representados com a atual abordagem de Jeremy Corbyn.

Luciana Berger disse mesmo que se sentia “constrangida e envergonhada” ao permanecer no partido, afirmando que os trabalhistas se tornaram institucionalmente antissemitas. “A liderança tem falhado resolver o problema do racismo contra pessoas judias nas suas fileiras”, explicou.

Numa declaração online, o grupo de deputados explica a respetiva abordagem aos assuntos da economia, serviços públicos e segurança, bem como o Brexit, alegando que o seu objetivo é “procurar políticas que sejam baseadas em evidências e não lideradas pela ideologia”.

Na sua declaração, o deputado Chris Leslie disse que o partido parece “refém” da extrema-esquerda. Leslie explica que o partido “ao qual nos juntámos já não é o mesmo. Foi raptado pela extrema-esquerda”.

Os deputados não irão para nenhum outro partido, permanecendo no Parlamento britânico como grupo independente e instando outros deputados que se sintam descontentes a fazer o mesmo.

Jeremy Corbyn já reagiu ao anúncio, dizendo-se “desapontado” com o facto de os parlamentares se terem sentido incapazes de continuar a trabalhar pelas políticas que “inspiraram milhões” nas eleições de 2017.

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