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Estudantes de Hong Kong fazem cordão humano pelo movimento pró-democracia

Continuam os protestos em Hong Kong, mesmo após a retirada da polémica lei da extradição.

9 Setembro, 2019 - 11:35

Patrícia de Freitas
REUTERS/Amr Abdallah Dalsh

Vestiram-se de negro de luto por Hong Kong, uniram as mãos e, sem revelar a identidade, os estudantes do ensino secundário e universitário formaram um cordão humano para lutar pela liberdade.

Nas mãos ostentam folhetos com a imagem de um manifestante e as reivindicações do povo de Hong Kong. O protesto dos alunos, em solidariedade com o movimento pró-democracia, fez-se de forma pacífica e contrasta com as violentas manifestações que marcaram mais um fim de semana na região administrativa especial chinesa.

A lei da extradição está totalmente descartada dos planos do Executivo de Carrie Lam mas o tom agressivo dos protestos faz-se agora para que seja elaborado um inquérito independente sobre a atuação das forças de segurança durante os protestos dos últimos dois meses.

O Governo regional já negou a investigação à conduta da polícia,tal como rejeitou a libertação dos mais de mil ativistas detidos.

A luta faz-se também pelo fim da utilização do termo “motim” pelo Executivo para definir os protestos e pela convocação de eleições antecipadas para eleger um novo Governo e deputados no parlamento. Esta última exigência não é totalmente posta de parte por Carrie Lam, que prometeu debater o assunto quando as ações de protesto terminassem.

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