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João Loureiro é um dos suspeitos do caso do avião com 500kg de cocaína

Polícia Federal brasileira já pediu à Polícia Judiciária a lista do património e das contas bancárias do antigo presidente do Boavista.

23 Fevereiro, 2021 - 11:37

Anabela Benedito

João Loureiro é um dos cinco suspeitos no caso da meia tonelada de cocaína encontrada num jato no aeroporto de Salvador da Bahia, no Brasil. A Polícia Federal brasileira já pediu à Polícia Judiciária a lista do património e das contas bancárias de João Loureiro.

Ao contrário do que diz João Loureiro, enquanto o mistério da cocaína não for desvendado, todos são considerados suspeitos de tráfico de droga e branqueamento de capitais.

A garantia é deixada por Elvis Secco, o coordenador do departamento de Repressão a Drogas da Polícia Federal Brasileira.

“Sabemos que João Loureiro tem um certo poder financeiro por isso pedimos aos nossos congéneres portugueses para identificarem o seu património, em Portugal ou no Brasil. O mesmo será feito com os restantes suspeitos. Também pedimos dados sobre os movimentos financeiros. É preciso muito dinheiro para comprar uma quantidade destas de droga. Por isso, neste momento, o que mais me interessa é a análise financeira das contas destas pessoas. Se no fim concluirmos que alguém está ligado ao tráfico daquela cocaína, são os policiais portugueses que vão atrás deles para sequestrar os bens”, afirmou.

Na passada sexta-feira, o ex-dirigente do Boavista disse que foi ouvido pelas autoridades brasileiras apenas como testemunha e não como suspeito, mas a verdade é que para a Polícia Federal, Loureiro é um dos cinco suspeitos na investigação. O mesmo acontece com o cidadão espanhol Mansur Heredia e os três tripulantes do voo que já saíram do Brasil. Apenas João Loureiro se mantém no país, pelo menos, durante os próximos dias.

A quem pertencia a cocaína, qual ligação entre tripulantes e passageiros e qual o destino final de 500 quilos de cocaína. São as grandes perguntas que agora a Polícia Federal tenta desvendar.

Um caso pouco normal devido à grande quantidade de droga dissimulada num pequeno avião. Os 500 quilos de cocaína estavam distribuídos na fuselagem do avião, no motor ou no soalho.

A droga foi apreendida no passado dia 9 de fevereiro, quando o jato, de matrícula portuguesa, se preparava para regressar a Portugal apenas com os três tripulantes porque nenhum dos passageiros que constavam na lista apareceram no dia do voo.

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