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Madrasta diz que matou Gabriel em ato de raiva

Menino esteve a agonizar durante uma hora antes de morrer e mulher nada fez para o ajudar.

11 Setembro, 2019 - 14:39

Virginia Galván

Ana Julia Quezada começa ontem a ser julgada pelo Tribunal Provincial de Almería, pelo homicídio que chocou Espanha, no ano passado.

A mulher admitiu em tribunal que matou Gabriel Cruz, o enteado de oito anos, num acesso de raiva depois de ele lhe chamar “negra feia”.

Ana Julia disse que se tratou “um acidente” e declarou-se “inocente” do crime de homicídio premeditado.

“Tapei-lhe a boca com a mão e não me lembro de mais nada. Só queria que se calasse, não queria matá-lo”, confessou.

Segundo a acusação, o menino esteve a agonizar durante uma hora antes de morrer e Ana Julia Quezada nada fez para o ajudar.

Gabriel Cruz esteve doze dias desaparecido, depois de, a 27 de fevereiro, sair de casa em Níjar, Almería, para ir brincar com os primos.

Foi encontrado morto no carro da namorada do pai, quando esta tentava mudar o corpo de local. Segundo a autópsia, Gabriel morreu asfixiado por estrangulamento, no dia em que desapareceu.

Ana Julia Quezada, de 48 anos, pode tornar-se na primeira mulher a ser condenada a uma pena de prisão perpétua com possibilidade de ser revista ao fim de 25 anos.

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