fbpx
Select Page
Mundo

Menino brasileiro decapitado vivo pela mãe

Rhuan Maycon, de apenas nove anos, foi ainda esfaqueado, esquartejado e assassinado com enorme violência.

17 Junho, 2019 - 15:55

Daniela Carrilho
Facebook

A Polícia Civil anunciou o resultado final da investigação do caso de Rhuan Maycon. Segundo o relatório do Instituto de Medicina Legal, o menino foi morto, depois de ser esquartejado e decapitado ainda vivo no passado dia 31 de maio, em Samambaia, no Brasil.

Ao que tudo indica, o crime foi realizado no interior da residência durante a noite. Rhuan terá adormecido e foi aí que a progenitora lhe desferiu uma facada nas costas.

O menino caiu da cama e “de frente para ele, a mãe desferiu-lhe outras 11 facadas no tórax. Daí, partiu para a decapitação do corpo”, segundo o relatório médico.

A descrição do crime é agoniante. Rosana da Silva Cândido, de 27 anos, com a ajuda da companheira, tentaram arrancar a pele do rosto de Rhuan para a fritar. Colocaram a cabeça num balde e o restante corpo numa churrasqueira.

O objetivo de ambas era queimar e triturar os ossos do menor, com recurso a uma faca, a carvão e a um martelo. No entanto, o nervosismo da coautora do crime fez com que alterassem os planos.

Assim, os restos mortais da criança foram colocados em duas mochilas e uma mala de viagem que puseram numa sarjeta, lavaram o sangue e eliminaram resídos de forma a limpar a cena do crime.

Os pedaços do corpo do menino foram encontrados por outras crianças que jogavam futebol num campo.

À polícia, a mãe de Rhuan afirmou que sentia apenas ódio pelo menino. Além disso, como não queria ter ligação com a família paterna da criança e nem queria devolvê-lo, decidiu livrar-se dele.

Natural do Acre, Rosana separou-se do agora ex-marido e fugiu com o filho há cinco anos, depois de perder a guarda da criança em tribunal. Desde então, a família paterna de Rhuan procurava por ele.

Durante todo este tempo, não compareceu em escolas nem recebeu atendimento medico. Rhuan sofria de um pequeno grau de autismo, que lhe prejudicou a fala e o desenvolvimento motor.

Ainda antes da noite em que perdeu a vida, Rhuan foi várias vezes torturado. Segundo a perícia médico-legal, o menino foi castrado e emasculado, pelo que o simples ato fisiológico de urinar era um martírio para o garoto.

Ambas as mulheres foram indiciadas por cinco crimes, sendo o principal de homicídio qualificado, e podem ser condenadas ao máximo de 57 anos de prisão.

 

PUB

Últimas

SHARE RECORD TV MAGAZINE

Receba a nossa Newsletter

Record TV Europa