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Microsoft confirma a viabilidade de armazenamento de dados no fundo do mar

Centro de dados subaquático foi colocado a 38 metros de profundidade, na Ilha Orkney, na Escócia, na primavera de 2018.

15 Setembro, 2020 - 11:52

Daniela Carrilho

Os grandes volumes de dados com que as maiores empresas da Internet trabalham obrigam a que estas tenham data centers espalhados pelo planeta, sempre de forma distribuída e aproveitando os recursos naturais que são disponibilizados.

A empresa criou o “Projeto Natick” e passou os últimos tempos a estudar quais são as vantagens para o ambiente e os desafios de ter um data center debaixo de água. Por isso, foi instalado um módulo com pouco mais de 12 metros de comprimento, alimentado por energias renováveis (eólica e solar), na Ilha Orkney, na Escócia.

A ideia era aproveitar espaço e criar também uma alternativa mais sustentável para o armazenamento de dados. E, agora, os resultados mostraram que o uso desses data centers submersos funciona bem.

Além do bom desempenho, os servidores provaram ser até oito vezes mais confiáveis ​​do que os seus equivalentes em terra firme.

Outra das vantagens do centro de dados é o de ser capaz de operar com maior eficiência energética, uma vez que não há tanta necessidade de resfriamento artificial devido às condições climáticas no fundo do mar.

Esta experiência da Microsoft foi criada para mostrar que as implantações de data centers portáteis e flexíveis em zonas costeiras de todo o mundo poderiam aumentar as necessidades e manter os baixos custos de energia e operação.

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