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Mulher defende namorado que lhe matou o filho

“É a sua maneira de educar”, alega a mãe. Menino de dois anos morreu estrangulado.

7 Março, 2019 - 12:05

Virginia Galván
Reprodução/Aaron Gálvez com o pai biológico

José Antonio Pérez, de 25 anos, matou o filho da companheira, Aaron Gálvez, em Espanha, a 17 de setembro do ano passado.

Em tribunal, onde está a decorrer o julgamento, o homem admitiu o crime: “Fui acordá-lo (o enteado de dois anos) e ele tinha feito chichi. Disse-lhe que não o deveria ter feito e fui buscar o leite. Quando voltei, ele tinha voltado a fazer chichi. Bati-lhe no rabo e depois perdi a cabeça e fiz um gesto para que ele parasse de respirar”.

A mãe de Aaron e o companheiro levaram a criança para o hospital, onde chegou “inconsciente e com vários hematomas no corpo”.

O casal deu às autoridades diferentes versões que tinha sucedido. Começaram por dizer que Aaron tinha caído da banheira, depois que tinha sido sequestrado por encapuzados e por fim que teria sido agredido por crianças.

O homem acabou por confessar que bateu “três ou quatro vezes na cabeça” da criança. Em tribunal, alegou a mãe “não sabia educar a criança” e que “esta é minha forma de educar. Eu não lhe batia diariamente, apenas quando ele fazia algo de errado”.

“Aaron era uma criança mal comportada e o meu companheiro era incapaz de o magoar. Ele amava-o muito. Não tratem José como um agressor, ele é boa pessoa. Esta é a sua forma de educar e cada um tem a sua”, defendeu a mãe do menino.

De acordo com as investigações, a criança morreu por estrangulamento.

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