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Mulher mata as próprias filhas porque interferiam na vida sexual

Crianças tinham três anos e 17 meses de idade.

4 Julho, 2019 - 14:45

Diana Rosa Rodrigues
Reprodução Facebook

Louise Porton foi acusada de asfixiar deliberadamente as filhas Lexi Draper, de três anos, e a bebé de 17 meses, Scarlett Vaughan, em dois atos distintos. A mulher matou as crianças porque estas “eram entraves” para a sua vida, concluiu um tribunal na terça-feira.

Lexi foi encontrada morta a 15 de janeiro de 2018 na casa da mãe em Rugby, Warwickshire, no Reino Unido. A bebé Scarlett morreu 18 dias mais tarde, a 1 de fevereiro.

A mulher, de 23 anos, chamou os paramédicos, que encontraram as crianças já sem vida. Um dos procuradores do caso confirmou em tribunal que “os médicos não encontraram qualquer razão natural para que qualquer uma das crianças tivesse morrido”.

Louise Porton estaria a sustentar-se através da prostituição, tendo concluído que as duas crianças seriam “um fardo” para a sua atividade, impedindo-a de manter os encontros que marcava com homens a troco de dinheiro.

Na altura da morte das crianças, a mulher fez mesmo uma publicação no Facebook lamentando a morte das mesmas.

A mulher, que se apresentou sempre calma em tribunal, negou qualquer tipo de envolvimento na morte das meninas, mas os indícios encontrados pela investigação eram suspeitos.

O tribunal de Birmingham concluiu que Louise enviou uma fotografia em tronco nu a partir de uma casa de banho do hospital enquanto a filha de três anos era socorrida pelos médicos. Louise Porton terá mesmo trocado mais de 80 mensagens com um segurança daquele hospital.

A polícia concluiu que a mulher estava envolvida no homicídio das próprias filhas depois de ter encontrado no histórico de pesquisas na Internet tópicos como: “quanto tempo demora até um cadáver ficar frio?” e “cinco coisas estranhas que acontecem quando morremos”.

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