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Presidente angolano “agastado” com a crise de combustíveis no país

Com a falta de combustíveis em Angola desde a passada sexta-feira, João Lourenço sente-se “agastado".

7 Maio, 2019 - 16:34

Record TV

Sem adiantar pormenores, fonte oficial disse à Lusa que a falta de combustíveis está a paralisar todos os setores produtivos de Angola e está a originar graves problemas de energia, afetando substancialmente as províncias do interior que dependem do combustível para fornecer eletricidade.

Esta segunda-feira, grande parte dos postos de combustível em Luanda encontravam-se encerrados. Os postos abertos contavam com grandes filas de automóveis ligeiros, veículos de transporte de mercadorias, motociclos e táxis.

Com a falta de combustível no país, os preços do litro de gasolina e gasóleo aumentaram, nalguns casos quase o quádruplo.

A Sonangol assumiu as dificuldades no acesso às divisas, que acabou por atrasar a importação de refinados, como um dos principais motivos que conduziram a esta situação. Além disso, outro fator apontado pela empresa está relacionado com a elevada dívida dos principais clientes do segmento industrial, uma vez que, consomem cerca de 40% da totalidade do combustível, e cuja falta de pagamento condiciona também a disponibilidade de kwanzas para a aquisição de moeda estrangeira.

Longas filas junto às estações de serviço, peregrinações de bomba em bomba na esperança de encontrar combustível e automobilistas parados nas estradas, é a realidade atual de Angola.

Num comunicado emitido no sábado, a Sonangol garantiu que a situação será ultrapassada em breve, havendo a perspetiva de regulação até quarta-feira.

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