Sanções dos EUA à Rússia

Biden ordena vacinação para maioria de funcionários da administração
Joe Biden, presidente dos EUA. REUTERS/Mike Segar

Bancos e os magnatas russos são os alvos de sanções dos Estados Unidos à Rússia.

A Casa Branca disse, de forma clara, que o Kremlin já começou a invasão e que por isso vai enviar tropas norte-americanas para os aliados no Báltico.

Numa declaração ao mundo, Joe Biden disse frontalmente que os Estados Unidos já não têm mais dúvidas.

“Isto é o início da invasão russa da Ucrânia. A Rússia acaba de anunciar que está a conquistar uma parte da Ucrânia. Esta é uma violação do direito internacional e exige uma resposta firme da comunidade internacional”, afirmou o Presidente norte-americano.

Como consequência do reconhecimento por parte do Kremlin da independência das regiões separatistas pró-russas na Ucrânia, os Estados Unidos decidiram aplicar uma série de sanções à Rússia.

“Vamos implementar sanções de bloqueio total a duas grandes instituições financeiras russas, a VEB e o Banco Militar. Vamos implementar sanções sobre a dívida soberana da Rússia, isso significa que irem cortar o financiamento externo ao governo russo. Imporemos também sanções às elites russas e aos seus familiares. Partilham os ganhos corruptos do Kremlin, e como tal, também devem partilhar as suas dores”, salientou Biden.

Joe Biden garantiu ainda que os Estados Unidos vão continuar a dar assistência defensiva à Ucrânia e a dar segurança aos aliados da NATO. Por isso, autorizou mais forças norte-americanas que já estão estacionadas na Europa para os aliados no Mar Báltico.

Ao mesmo tempo que avança com mais represálias, o Presidente dos Estados Unidos diz que ainda existe espaço para a diplomacia.