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Planeta Record

‘Câmera Record’ mostra como a perda de cabelo pode afetar a autoestima

O programa explica como este problema foi agravado em pacientes que contraíram covid-19.

30 Abril, 2021 - 11:00

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Aos 19 anos, Adriana Gaeta recebeu a sentença: a perda de cabelo que começava a incomodar era inevitável e, ao longo do tempo, só iria aumentar.

O diagnóstico do médico foi de alopecia androgenética, uma doença que enfraquece os fios. “Ele disse: ‘O seu caso não tem solução. O que vai acontecer? Com o passar dos anos, vai o cabelo'”, relembra. Hoje, aos 51 anos, Adriana tem vergonha de sair de casa sem um chapéu.

A doença dela é a mesma de uma estrela da música sertaneja. A cantora Maraisa confessou aos seguidores: “Eu sofro de alopecia androgenética. Sou careca aqui em cima”. Uma revelação que a maioria das mulheres tem vergonha de fazer e que costuma mexer profundamente com a autoestima. “Isso é muito importante porque as outras pessoas que sofrem do mesmo problema, que têm a mesma dificuldade, sentem-se representadas”, diz a psicóloga Valdeli Vieira.

Relatos como os de Adriana e Maraisa têm sido ainda mais frequentes durante a pandemia – mas não apenas por motivos genéticos. A queda de cabelo é apontada com um dos efeitos secundários da covid-19. E também pode aumentar com a ansiedade, sentimentos típicos do período de isolamento.

‘Câmera Record’ ouviu relatos de mulheres que viveram esta situação, como a professora Vitória Gondim. Ela já sentia que tinha queda de cabelo por causa do stresse emocional e viu o problema aumentar depois de contrair covid-19. “Eu fiquei com medo de perder, eu ainda estou com medo de perder o cabelo todo”, relata. A equipa do programa falou com especialistas na área e mostra os tratamentos mais eficientes para quem tenta amenizar a queda dos fios.

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