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Portugal

Defesa de Rosa Grilo constituída arguida

Polícia Judiciária está a investigar a manipulação de provas no caso do homicídio do Luís Grilo. Tânia Reis, a advogada de defesa da arguida, e o ex-inspetor João de Sousa foram constituídos arguidos.

16 Outubro, 2020 - 11:18

Carla Pereira Dias

Um dia depois da defesa de Rosa Grilo apresentar recurso à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, que confirmava a pena máxima da arguida pela morte do triatleta, Tânia Reis e o consultor João de Sousa foram chamados às instalações da sede da PJ, em Lisboa.

Foram ouvidos e constituídos arguidos num outro processo. Em causa está o episódio em que o ex-inspetor da Polícia Judiciária surge pela primeira vez em público ao lado da advogada de Rosa Grilo. Momento em que foi anunciada a contratação de investigadores particulares cujo trabalho deu frutos.

Teria sido encontrada parte de um projétil na banheira da casa das Cachoeiras, que viria a baralhar as perícias realizadas e todo o julgamento a poucos dias de ser conhecida a decisão do Tribunal de Júri de Loures.

Agora, Tânia Reis e João de Sousa estão a ser investigados por suspeitas de terem plantado provas para assim beneficiarem a arguida Rosa Grilo.

Tânia Reis remeteu-se ao silêncio perante os inspetores da PJ, ainda assim e em relação ao recurso apresentado, a advogada de Rosa Grilo está confiante que o pedido de repetição do julgamento seja concedido.

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