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Portugal

Detida na Amadora tem passado de violência

Cláudia Simões foi constituída arguida por resistência e coação ao polícia.

22 Janeiro, 2020 - 18:20

Virginia Galván

A mulher, de 42 anos, detida no domingo após desacatos num autocarro na Amadora, terá um passado marcado pela violência.

O marido de Cláudia Simões, com quem tem dois filhos, deslocou-se à PSP em julho de 2017, apresentar queixa contra a mulher.

Cláudia terá dito que lhe “espetava uma faca” em frente aos filhos.

De acordo com o homem, as ameaças e insultos duravam já “há anos”.

Em 2016, a mulher foi abordada por um vigilante devido a suspeita de furto numa loja e espancou-o.

Cláudia Simões foi ontem ouvida pelo Ministério Público e foi constituída arguida por resistência e coação ao polícia.

O ministro da Administração Interna ordenou hoje a abertura de um inquérito sobre a atuação policial. Em comunicado, o Ministério da Administração Interna refere que Eduardo Cabrita “determinou à Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI) a abertura de um inquérito para apuramento dos factos relacionados com a atuação policial ocorrida domingo, na Amadora, após o pedido de intervenção do motorista de um autocarro de passageiros”.

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