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Portugal

Força Aérea admite atrasos nos contratos dos meios aéreos

Grande parte dos meios aéreos ainda não tem visto do Tribunal de Contas.

16 Maio, 2019 - 15:41

Record TV com Lusa

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea admitiu hoje atrasos nos contratos dos meios aéreos de combate aos incêndios mas garantiu que este ramo das forças armadas “tudo fez para que fossem feitos com a maior brevidade possível”.

No Parlamento e em resposta a questões dos deputados sobre esta questão, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea especificou que há atrasos que tentarão ser colmatados, lembrando que a contratação pública tem os seus ‘timings’ e que a questão em causa tem a ver com os procedimentos em termos de contratos públicos.

“Há realmente atrasos, e a regularização está a ser a contrarrelógio para que os atrasos não sejam significativos”, frisou.

Este ano, a Força Aérea assume pela primeira vez a gestão e o comando dos meios aéreos de combate a incêndios rurais e, segundo o general, “este é o dispositivo que tem mais meios aéreos de que há memória”, tendo a Força Aérea várias pessoas envolvidas em diferentes grupos de trabalho.

O dispositivo de combate a incêndios conta este ano com 61 meios aéreos, incluindo um helicóptero para Madeira, mais cinco do que em 2018, o maior de sempre.

 

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