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Portugal

Matava cães e divulgava procedimento nas redes sociais

Homem fazia-se passar por veterinário e treinador de cães.

1 Outubro, 2019 - 11:47

Daniela Carrilho

Um indivíduo, de 30 anos, está a ser investigado por alegadamente adotar animais e injetar-lhes insulina até à morte. De seguida, divulgava as imagens nas suas redes sociais.

Várias associações de proteção animal apresentaram queixa às autoridades.

A última foi apresentada pela APAMG-Associação Protetora de Animais da Marinha Grande, que classifica o caso como de “extrema urgência”.

“Estamos perante uma pessoa que adota animais, que ‘lhe morrem nas mãos’ (segundo ele) e, em vez de procurar ajuda imediata, filma e envia vídeos dos mesmos”, lê-se na denúncia da APAMG.

Vídeos, fotografias e registos de conversas entre R.P., como se apresenta, e pessoas que lhe entregaram animais foram anexados como provas.

Entre as várias imagens divulgadas, vê-se um cão em sofrimento, enquanto o falso veterinário lhes dava as injeções sem qualquer compaixão, e até um cão aparentemente morto, que ele acariciava.

Cerca de um mês antes desta denúncia, uma voluntária de associações protetoras de animais denunciou R.P. por burla, falsa identidade e ameaça, por se ter apresentado como veterinário e treinador de cães.

A PSP de Leiria está a investigar o caso.

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