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Portugal

Reabertas praias de Cascais

Praia do Magoito, em Sintra, foi hoje interditada a banhos, após ter sido detetada a presença de medusas 'Velella velella'.

12 Agosto, 2020 - 19:13

Record TV com Lusa

No âmbito da monitorização das 42 praias dos concelhos de Cascais, Sintra e Mafra, no distrito de Lisboa, foi decidido levantar a interdição de ida a banhos nas praias de Carcavelos e de São Pedro do Estoril, em Cascais, por já não se verificar a presença de medusas ‘Velella velella’, avançou o comandante Rui Teixeira, adjunto do capitão do porto de Cascais.

“Apenas em Carcavelos foi possível observar alguns organismos gelatinosos, estas medusas, a meio da manhã, mas que, depois, ao longo do dia, não se verificou mais nenhuma identificação desses organismos, pelo que, em articulação com a delegada de saúde de Cascais, decidimos abrir essas duas praias a banhos novamente”, explicou o comandante da AMN, em declarações à agência Lusa.

Além destas duas praias de Cascais, durante a tarde de hoje ocorreu uma nova situação, desta vez no concelho de Sintra, em que se verificou “na praia do Magoito a afluência de um número muito significativo destas medusas”, informou o comandante Rui Teixeira.

Em articulação com a delegada de saúde de Sintra e com a Câmara Municipal de Sintra, a AMN decidiu “içar a bandeira vermelha e interditar a praia do Magoito a banhos”, avançou o comandante, referindo que haverá, durante a manhã de quinta-feira, uma nova avaliação relativamente ao evoluir da situação.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Sintra confirmou a situação, indicando que foi hasteada ao início da tarde desta quarta-feira a bandeira vermelha na praia do Magoito, “após ter sido detetada a presença de uma quantidade significativa de organismos gelatinosos ‘Velella velella’”.

Quanto à possibilidade de ser identificada a presença de medusas ‘Velella velella’ em outras praias da costa portuguesa, o comandante da AMN disse que “essa hipótese é real, pode vir a ocorrer o surgimento de novas medusas noutras praias”.

Com base na informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o comandante Rui Teixeira referiu que “estas medusas, normalmente, são vistas no inverno e na primavera”, pelo que não é frequente aparecerem na época de verão.

“De qualquer forma, têm uma perigosidade baixa e carecem de algum cuidado, dai estarmos a tomar estas medidas de precaução relativamente aos banhistas nestas praias onde observámos estas grandes quantidades de medusas”, sustentou o adjunto do capitão do porto de Cascais, assegurando que a AMN vai continuar a monitorizar todas as praias quanto à ocorrência destes organismos gelatinosos.

Na terça-feira, as praias de Carcavelos e de São Pedro do Estoril, em Cascais, foram interditadas a banhos, com o hastear da bandeira vermelha após ter sido detetada a presença de medusas ‘Velella velella’, situação que se manteve até hoje à tarde, no âmbito da avaliação por parte da AMN, com a colaboração de militares da Marinha que integram o programa de vigilância das praias e dos nadadores-salvadores dessas mesmas praias.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Rui Teixeira adiantou que a monitorização da presença de medusas ‘Velella velella’ abrange “42 praias” dos concelhos de Cascais, Sintra e Mafra, no distrito de Lisboa.

Nos últimos dias, a presença de medusas ‘Velella velella’ foi registada na Praia da Vieira, na Marinha Grande, distrito de Leiria, o que levou também ao hastear da bandeira vermelha e ao desaconselhamento de ida a banhos, medidas que foram levantadas na segunda-feira, depois de dois dias sem deteção de presença das medusas no mar, informou o comandante da Capitania do Porto da Nazaré.

Sobre a presença de medusas ‘Velella velella’ naquelas praias, o IPMA esclareceu que “a espécie Velella velella (Veleiro) está de momento a ocorrer em pequenas quantidades por toda a costa oeste portuguesa, incluindo em algumas ilhas dos Açores”, revelando que se trata de uma espécie de ocorrência comum e os seus tentáculos são pequenos e ligeiramente urticantes, pelo que é “aconselhável evitar o contacto direto com os mesmos de forma a evitar potenciais reações alérgicas, em caso de maior sensibilidade”.

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