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Natural do Estado da Bahia, Jaciara Dias é modelo, atriz e empresária. É conhecida por ter participado em inúmeros realities shows. Recentemente, fez parte de ‘Ilha Record’ e protagonizou momentos inesquecíveis. Ela esteve à conversa com a Record TV Europa e partilhou todos os sentimentos vividos no programa.

É impossível não falarmos sobre a tua participação em ‘Ilha Record’! Como reagiste ao convite inicial?
Jaciara Dias: Meu Deus! Nem eu esperava. Ainda estava em Portugal e recebi um telefonema da minha empresária: ‘Lembras-te de me dizeres que querias participar e fazer parte da Record TV?’ E eu respondi que sim. Ela disse-me que tinha surgido a oportunidade de participar e tinha de apanhar um voo para o Brasil a correr, porque tinha sido selecionada! ‘Ilha Record’ é um sucesso por ser um reality show completamente diferente dos outros. No entanto, eu pensei: ‘Será que os meus filhos vão apoiar-me?’. Liguei-lhes, falei com a minha filha Yasmin, que é o meu braço direito, e com o David e eles disseram logo para eu ir. Deram-me mais força para encarar esta experiência fantástica.

Como foi lidar com tantos concorrentes e com tanta desarrumação?
JD: Eu já tinha essa ‘mania’ da limpeza antes. No programa até ganhei um prémio da pessoa mais importante da limpeza da casa. [risos] Não tinha estudado nada sobre a ‘Ilha Record’, por isso dediquei-me mais à limpeza e organização da cozinha.

Tu e a Solange [ex-concorrente de ‘Ilha Record’] executavam muitas vezes as mesmas tarefas e, talvez por isso, vocês tiveram alguns atritos. Como lidaste com isso?
JD: A primeira pessoa a levantar a questão da limpeza e da comida como estratégia de jogo foi a Solange. Então, sempre que ela tinha a oportunidade, ia falar com as meninas para que elas também começassem a ter dúvidas do meu ‘trabalho’. Ela é uma grande jogadora, sendo que também já tinha participado noutro reality [‘A Fazenda – Tudo a Ver’]. Por isso, ela já sabia todas as estratégias do jogo.

Não há coisa pior do que duas mulheres que se rebaixam uma à outra.

Adotaste alguma estratégia para o jogo ou simplesmente foste o mais genuína possível?
JD: A minha estratégia sempre foi a mesma. Sei exatamente quem e como sou, por isso segui sempre o meu coração. Tive vários momentos em que acho que errei. Há alturas em que falamos alto, ‘uns em cima dos outros’, e acabei por arrepender-me de alguns. Acabo sempre por tentar entender o porquê de alguém estar a discutir comigo. Houve momentos em que poderia ter respondido da mesma forma à Solange, mas preferi olhar para ela como uma mulher que merece respeito. Esta é a minha postura.

Numa das vezes em que voltaste do exílio ficaste surpreendida com a receção que recebeste na sede. Como foi aperceberes-te que, afinal, os outros participantes tinham ficado felizes com teu regresso?
JD: O exílio não é nada mais do que um ‘juiz’. Estamos lá para comentar e falar sobre os restantes participantes. Nós temos poucas imagens que não dão para ver o contexto geral das situações. Quando entrei lá dentro [regresso à sede] e recebi todo aquele carinho e amor – e ouvir ‘foste a grande mãe do programa’ ou ‘foste tu que nos ajudaste’ – foi incrível!

Jaciara, se amanhã te convidassem para um novo reality aceitavas?
JD: Ia tornar-me na rainha dos realities! [risos] Respondendo à pergunta, sim, faria tudo de novo. Nunca fui tão bem tratada como no reality da Record TV. Senti-me parte da família. Saí uma mulher muito mais amada.