Carismática, simples e humilde são algumas das características da nossa entrevistada. É uma atriz portuguesa e começou a sua carreira muito cedo no mundo da televisão. Atualmente com 33 anos, está a saborear uma das melhores fases da sua vida.

Já afirmaste que estás a desempenhar o grande papel da tua vida…
Sim, é verdade! Ser mãe é o maior papel da minha vida, sem dúvida!

Tens muitas mulheres a seguirem-te nas redes sociais, que se inspiram em ti. Sentes que és uma daquelas mães a quem a maternidade fez ‘bem’?
Sim! [risos] Acho que a maternidade faz ‘bem’ à esmagadora maioria das mulheres, porque nos traz mais maturidade, serenidade e eu senti isso. Senti que um espaço vazio se preencheu em mim.

Quem for ao teu Instagram vê que tens um corpo invejável, porque manténs a tua forma…
Sim, talvez por estar sempre em movimento sinto que o meu metabolismo acelerou um ‘bocadinho’. Acho que esta maturidade que falamos também se refletiu no meu corpo.

Às vezes, as mulheres demoram mais a ser mães porque se querem realizar profissionalmente. Sentes que a maternidade fez com que passasses a receber menos propostas de trabalho?
Sempre tive um percurso bastante contínuo e concreto e por isso sempre tive trabalho. Houve uma fase, mesmo antes de ser mãe, em que houve uma paragem. Depois da maternidade recebi alguns convites, por isso não me posso queixar e dizer que isso tenha propriamente afetado a minha carreira.

Fizeste parte do elenco do filme ‘Irregular’. Correspondeu às tuas expectativas?
Foi espetacular, um projeto incrível! Foi realizado pelo Diogo Morgado e o irmão, Pedro Morgado. O projeto foi muito interessante para mim enquanto atriz. Criámos ali um grupo muito giro e ficámos mesmo contentes por fazer parte deste ‘Irregular’.

Foi completamente fora da caixa e bem diferente de tudo aquilo que se tem feito em Portugal

Se pudesses escolher uma personagem para interpretar qual seria?
Não sei… Gostava de fazer uma personagem de época, por exemplo, porque nunca fiz. Adorava fazer uma ‘mazona’. Acho que todos os atores têm esse fetiche, o de fazer o papel de vilão. Sinceramente não penso assim muito em fazer a personagem ‘a’ ou ‘b’, porque isso tem tudo a ver com a própria história, argumento e contexto.